segunda-feira, 9 de Novembro de 2009
Já fizeste isto melhoR
quarta-feira, 21 de Outubro de 2009
Conviver sem inibiçõeS
Ninguém é um bloco de harmonia.
Todos nós temos medo de alguma coisa ou sentimo-nos limitados em algo. Precisamos todos de alguém para conversar. Seria bom se falássemos uns com os outros...não apenas conversas de circunstãncia, mas sem reservas, desinibidamente. Não deveríamos ter tanto receio, porque na verdade a maioria das pessoas gosta desse contacto: o facto de se revelar vulnerável, deixa as pessoas em liberdade para demonstrarem também a sua vulnerabilidade.
É mais fácil conviver quando desafivelamos as máscaras e as deixamos cair.
Liv Ullmanfoto de Liv Ullman autor: ?
quinta-feira, 1 de Outubro de 2009
está explicado
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quarta-feira, 23 de Setembro de 2009
El corazón mandA
sexta-feira, 11 de Setembro de 2009
Are you readY...?
sábado, 15 de Agosto de 2009
domingo, 26 de Julho de 2009
03.06.
02.06.
quinta-feira, 23 de Julho de 2009
O secreto desejo
Ou de leve brisa acesa
Entrou-me de noite em casa.
E achou minh´alma indefesa.
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(O secreto desejo
É mais leve que o vento.)
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Lutaram por longas horas
Até vir a madrugada
Ao fim dessas longas horas
Minh´alma foi derrotada.
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(O secreto desejo
É mais ágil que a espada.)
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Passou a viver em mim
Fechado como num cofre,
A tentar ser ele o fim
Pelo qual minh´alma sofre.
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(O secreto desejo
É mais forte que a morte.)
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Luís de Macedo
sábado, 4 de Julho de 2009
PaisageM
Não quero grandes paisagens
De infinitos abstractos
Que convidam a viagens.
Rios? Também não quero.
São falsos, pois são pequenos.
Carros de bois gemendo fenos.
Mimavam-me de desespero.
Mar! Sempre mar.
Na minha frente!
Nos meus sentidos:
Maré a encher
E a vagar!
Mar só mar
Nos meus ouvidos!
Oh! Amorável tela
De paisagem descontente!
E no poente
Pouco mais do que uma vela!
Henrique Segurado
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foto: minor white
terça-feira, 30 de Junho de 2009
ConselhO
segunda-feira, 22 de Junho de 2009
quinta-feira, 11 de Junho de 2009
EsperA
E sempre doloroso!...
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Ai! O resíduo subindo!...
(o resíduo sagrado!)
Das horas esquecidas,
Das lágrimas engolidas,
E dos gritos sufocados
De tantos partos frustrados!
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Ai! O resíduo subindo
Transfigurado!...
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E um dia rebentarão as nascentes!
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O dia em que enfim me encontre!
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Cristovam Paiva
sexta-feira, 5 de Junho de 2009
Tantas floreS
segunda-feira, 1 de Junho de 2009
Sábado, 30 de Maio
Pensei levar a máquina fotográfica para registar retalhos de um passeio que se queria solitário.
Fui ficando, observando e comentando algumas conversas.
Respondi a algumas questões:...sim, está tudo bem. (...) ...não deixei de escrever apenas estou "noutra coisa" mais dinâmica (não especificando o quê)... não tenho nada...estou óptima...
O que nós temos de esconder!
E a máquina ficou onde foi.
É que para fotografar tem que se amar, o objecto fotografado, a vida.
De momento não consigo.
De momento não me é possível!
quarta-feira, 27 de Maio de 2009
GaivotA
Se uma gaivota viesse trazer-me o céu de Lisboa no desenho que fizesse, nesse céu onde o olhar é uma asa que não voa, esmorece e cai no mar.
Que perfeito coração no meu peito bateria, meu amor na tua mão, nessa mão onde cabia perfeito o meu coração.
Se um português marinheiro, dos sete mares andarilho, fosse quem sabe o primeiro a contar-me o que inventasse, se um olhar de novo brilho no meu olhar se enlaçasse.
Que perfeito coração no meu peito bateria, meu amor na tua mão, nessa mão onde cabia perfeito o meu coração.
Se ao dizer adeus à vida as aves todas do céu, me dessem na despedida o teu olhar derradeiro, esse olhar que era só teu, amor que foste o primeiro.
Que perfeito coração morreria no meu peito morreria, meu amor na tua mão, nessa mão onde perfeito bateu o meu coração.
Alexandre O´Neill (1966)
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sábado, 23 de Maio de 2009
These Boots
quarta-feira, 20 de Maio de 2009
domingo, 10 de Maio de 2009
Desde dia 30 que não abria este Sem redE.
Dizem que de Espanha nem bom vento nem bom casamento.
Durante anos presenciei a falsidade desta afirmação.
Na minha família um vento brando vindo deste País trouxe-me um tio.
No dia 30 um vento funestíssimo mo levou.
Ainda me custa falar da sua perda.
Não esquecerei o rosto da minha tia que, num momento lúcido, exprimindo serenamente a sua dor, disse baixinho: Eu perdi o meu Vicente!
Juan Vicente
Continuo a não entender porque se tem de sofrer tanto para partir!
quarta-feira, 29 de Abril de 2009
22.04.
Hoje já não me perco em buscas.
A essência prevalece e, todos os dias, me encontro comigo mesma.





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